Alie-se ao combate à Violência

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Alie-se ao combate à Violência

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Neste ano, o projeto mundial “Quebrando o Silêncio”, de combate a violência doméstica, enfatiza a necessidade de apoiar as vítimas de agressão (mulheres, crianças e idosos) para que superem os traumas e traz orientações práticas a respeito de como identificar sinais de agressividade entre pais e filhos.

Textos sobre pedofilia e bullying novamente fazem parte do material que chegará às mãos da população sul-americana, especialmente no fim de agosto, quando haverá uma forte mobilização da distribuição em massa da revista Quebrando o Silêncio. A revista oficial do projeto terá 430 mil exemplares, numa versão para adultos, e 750 mil exemplares noutra versão para crianças.

Destaque para as reportagens do jornalista Guilherme Silva sobre o papel das comunidades religiosas na superação do abuso e da violência dentro das famílias. Também se destaca a matéria da jornalista Mani Maria Pereira sobre o que as autoridades públicas e entidades independentes fazem para efetivamente combater a pedofilia e alertar as famílias quanto aos riscos da exposição dos filhos na internet e ao saírem de casa.

O psiquiatra César Vasconcellos de Souza e a psicóloga Thaís Seidel de Souza assinam artigo intitulado “Violência pela negligência” em que abordam fatores que prejudicam o relacionamento entre pais e filhos e o que se pode fazer para evitar transtornos. Bullying é o tema tratado pela professora e psicóloga Cláudia Brunelli. Ela analisa os princípios envolvidos nesse tipo de violência, especialmente no ambiente educacional. Por sua vez, a advogada Damaris Kuo, presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da OAB, secção São Paulo, apresenta aspectos relativos à proteção legal contra a violência doméstica.

Segundo Williane Marroni, diretora do Ministério da Mulher para a América do Sul e responsável pelo projeto, “a distribuição da revista é um componente importante dentro da iniciativa maior que é o combate sistemático à violência doméstica, no qual a Igreja Adventista se envolve mundialmente. O importante é que esses exemplares não sejam sim- plesmente entregues sem critério, mas distribuídos para formadores de opinião, autoridades, educadores em ações planejadas, pois o enfoque é criar uma consciência de envolvimento da sociedade contra esses crimes”. [Equipe ASN Felipe Lemos - matéria publicada na Revista Ancião]