<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Quebrando o Silêncio</title>
	<atom:link href="http://quebrandoosilencio.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://quebrandoosilencio.org</link>
	<description>Just another Divisão Sul-Americana  site</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Nov 2011 18:12:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>“Basta um olhar sensível”</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/11/01/%e2%80%9cbasta-um-olhar-sensivel%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/11/01/%e2%80%9cbasta-um-olhar-sensivel%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[menino joao]]></category>
		<category><![CDATA[olhar sensivel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[João tem oito anos de idade e está no terceiro ano do ensino fundamental. Ele sempre foi um aluno dedicado, um bom amigo e demonstrava muito respeito por sua professora. No entanto, em algumas semanas isso mudou. Ele passou a agir de maneira agressiva com seus colegas e de forma violenta com a professora. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/11/menininha2.jpg" rel="lightbox[627]"><img class="alignleft size-medium wp-image-628" title="menininha2" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/11/menininha2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>João tem oito anos de idade e está no terceiro ano do ensino fundamental. Ele sempre foi um aluno dedicado, um bom amigo e demonstrava muito respeito por sua professora. No entanto, em algumas semanas isso mudou. Ele passou a agir de maneira agressiva com seus colegas e de forma violenta com a professora. Além disso, não tirava seu casaco, mesmo que a temperatura estivesse bem quente. Essa situação é apenas ilustrativa, mas mostra características de uma criança que sofreu agressão. De acordo com o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conanda, cerca de 6,5 milhões de crianças sofrem algum tipo de violência doméstica no país. Por isso, o professor deve aprender a lidar com esses casos, entender o que acontece com seus alunos e estar disposto a ajudá-los.</p>
<p>Segundo a pedagoga Fabíola Engelmann, pós-graduanda em Psicopedagogia, as peculiaridades apresentadas pelo personagem acima são comuns em crianças que sofrem violência, mas não são as únicas. “A criança também pode se inibir e tentar esconder o que passou. Isso dependerá das características pessoais dela”, explica.  Por causa disso, é necessário que o professor esteja atento ao comportamento manifestado pelo estudante e conquiste a confiança dele.</p>
<p>Caso o professor perceba que em sua classe há uma vítima de violência infantil, ele deve apresentar o caso à coordenação pedagógica.<strong> “</strong>A autoridade na sala de aula é o professor, mas ele não é a autoridade da escola. Assim, é importante levar o assunto aos responsáveis pelo ambiente escolar”, aconselha a advogada Lia Gonsalves.<strong> </strong>De acordo com a pedagoga Fabíola, esse é o caminho mais adequado, pois os coordenadores possuem contato com a família do aluno, enquanto o professor convive somente com a criança.</p>
<p>Após a situação ser analisada pelas autoridades escolares, Lia afirma que a coordenação deve consultar órgãos competentes como o Conselho Tutelar ou a Vara da Infância e da Juventude. “É possível fazer uma visita apenas consultiva. Lá, você contará o que tem acontecido e, se eles entenderem que o fato deve ser investigado, farão a denúncia”. Ao utilizar essas ferramentas de orientação, “você não assumirá ou fará um juízo de valor equivocado”, salienta.</p>
<p><strong>Previna!</strong></p>
<p>No entanto, ainda que a escola e as autoridades competentes lutem para controlar a situação,<strong> </strong>Fabíola está convicta de que o melhor caminho é prevenir a violência infantil. <strong>“</strong>O professor precisa trazer o assunto à sala de aula e, dessa maneira, dar mais liberdade para que o aluno converse a respeito dos problemas que enfrenta”.</p>
<p>Para colocar isso em prática, a pedagoga aproveita os recursos da disciplina que leciona: Língua Portuguesa. Ela leva para a sala de aula artigos que expliquem o assunto e ainda incentiva a produção textual a respeito da violência psicológica. “Tenho percebido a importância de tratar a respeito do <em>bullying</em> e estou trabalhando com meus alunos do 6º e do 7º ano a necessidade de conviver com a diferença. Queremos até escrever um livro de crônicas a respeito do tema”, conta.</p>
<p>Vale ressaltar que o método utilizado varia de acordo com a idade da criança. “Para a educação infantil, eu não posso falar de maneira aberta a respeito de preconceito racial, por exemplo, pois talvez eles nem tenham isso”, explica a professora. Entretanto, ela afirma que o professor deve abordar com cautela os assuntos que já estejam presentes na realidade dos pequenos. Para isso, “é necessário identificar quais são esses assuntos por meio de um olhar sensível e de auxílio, que o professor nunca pode perder”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto: Basta um olhar sensível (Rômulo Prestes)</p>
<p>Legenda: De acordo com o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conanda, cerca de 6,5 milhões de crianças sofrem algum tipo de violência doméstica no país e necessitam do olhar atento de seus professores.</p>
<p><em>Por Raquel Derevecki</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/11/01/%e2%80%9cbasta-um-olhar-sensivel%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prevenção começa em casa</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/11/01/prevencao-comeca-em-casa/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/11/01/prevencao-comeca-em-casa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[violencia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=624</guid>
		<description><![CDATA[Um telefonema feito por um garoto de 12 anos chamou a atenção da mídia no início deste mês.  O jovem morador de Itapecerica da Serra, região metropolitana de São Paulo, ligou para a Polícia Militar no dia 3 de setembro com o objetivo de denunciar a própria mãe. De acordo com o garoto, ele e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/11/quebrasilencioo1.jpg" rel="lightbox[624]"><img class="alignleft size-medium wp-image-625" title="quebrasilencioo1" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/11/quebrasilencioo1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Um telefonema feito por um garoto de 12 anos chamou a atenção da mídia no início deste mês.  O jovem morador de Itapecerica da Serra, região metropolitana de São Paulo, ligou para a Polícia Militar no dia 3 de setembro com o objetivo de denunciar a própria mãe. De acordo com o garoto, ele e seus dois irmãos mais novos eram maltratados e abandonados por ela. O fato é investigado pela polícia. Ainda que não esteja concluído, ele abre espaço para discussão a respeito do preparo que as crianças têm para fazer o mesmo, ou seja, denunciar qualquer agressor.</p>
<p>De acordo com a psicóloga Andrea Possato, esse trabalho deve começar em casa. “Os pais devem orientar a criança a respeito da violência infantil e precisam estar muito atentos ao que acontece com os filhos.” Para isso, ela explica que o relacionamento deve estar baseado em um diálogo aberto, no qual a criança tenha possibilidade de falar a respeito de seus sonhos e dificuldades.</p>
<p>A dica da psicóloga é colocada em prática por Adriano Teodoro, pai de um garoto de sete anos. Todos os dias ele separa um tempinho para conversar com o filho e aproveita para perguntar tudo que aconteceu naquele dia. “A gente tem que estar sempre presente na vida do filho. Às vezes, pode acontecer dele ter vergonha de contar alguma coisa para os pais, mas nós não podemos ter vergonha de perguntar as coisas pra ele”, conta.</p>
<p>Segundo Andrea, esse diálogo entre pais e filhos deve começar assim que a criança aprende as primeiras palavras. “Quando minha filha começou a falar, eu já explicava que existiam partes do corpo dela que ninguém podia tocar e, se algum dia outra pessoa mexesse ali, ela deveria contar para a mamãe”. A psicóloga, mãe de uma garotinha de três anos, agia dessa maneira devido à idade da filha. “Você não vai falar abertamente para a criança o que pode acontecer e quão ruins as pessoas podem ser, mas deve orientá-la passo a passo”, explica.</p>
<p>Ao fazer isso e prestar atenção no comportamento dos pequenos, será mais fácil perceber atitudes incomuns apresentadas por eles. “Caso você imagine que algum tipo de abuso esteja acontecendo, é importante buscar as autoridades e um acompanhamento psicológico”, recomenda Andrea.</p>
<p>No entanto, o advogado Josias Bittencourt aponta que não é necessário “pegar o microfone e anunciar isso para o mundo”. Segundo ele, “o denunciante poderá ir discretamente diante da autoridade policial, do Ministério Público ou do Conselho Tutelar”. Dessa maneira, a situação será investigada e esse denunciante “estará prestando um serviço não apenas à criança violentada, mas à sociedade”.<br />
Foto: <strong>Prevenção começa em casa</strong> (Rômulo Prestes)<strong><br />
</strong>Legenda: Os pais devem orientar seus filhos a respeito da violência infantil e precisam atentar ao comportamento deles.</p>
<p><em>Por Raquel Derevecki</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/11/01/prevencao-comeca-em-casa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quebrando Silêncio é apresentado no Tribunal Regional Eleitoral</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/31/quebrando-silencio-e-apresentado-no-tribunal-regional-eleitoral/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/31/quebrando-silencio-e-apresentado-no-tribunal-regional-eleitoral/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 17:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[belem]]></category>
		<category><![CDATA[para]]></category>
		<category><![CDATA[TRE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=619</guid>
		<description><![CDATA[Belém, PA&#8230;[ASN] Na última quarta, dia 27 de outubro, o projeto Quebrando Silêncio foi apresentado aos servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Belém-Pa. Na ocasião, Vanderlei de Oliveira, juiz do Tribunal de Justiça do Estado, falou sobre o ciclo da violência doméstica destacando como o projeto Quebrando Silêncio contribui para os direitos da mulher. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_620" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/juizvanderleioliveira2.jpg" rel="lightbox[619]"><img class="size-medium wp-image-620" title="juizvanderleioliveira2" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/juizvanderleioliveira2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Quebrando Silêncio é apresentado aos servidores do Tribunal Regional Eleitoral. Fotos: Joadson Costa</p></div>
<p>Belém, PA&#8230;[ASN] Na última quarta, dia 27 de outubro, o projeto Quebrando Silêncio foi apresentado aos servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Belém-Pa. Na ocasião, Vanderlei de Oliveira, juiz do Tribunal de Justiça do Estado, falou sobre o ciclo da violência doméstica destacando como o projeto Quebrando Silêncio contribui para os direitos da mulher. “As marcas da violência são profundas nas mulheres e nos filho. É dever do Estado, da família e de toda comunidade promover medidas para combater esse tipo de violência, por isso a iniciativa da Igreja Adventista é fundamental para sociedade”.</p>
<p>Durante o plenário as coordenadoras do projeto na região Baixo Amazonas, Rubenita Aragão, e União Norte Brasileira, Cibele Florêncio, distribuíram revistas e literaturas sobre o projeto, com estratégias para combater a violência contra mulheres, crianças e idoso.  Além disso, os servidores públicos receberam o livro missionário “A Grande Esperança”. Segundo Cibele, “a intenção é formar multiplicadores, agentes que contribuam com o combate efetivo da violência”.</p>
<p>Para Luciana Souza, secretária de gestão de pessoas do TRE, “O projeto é interessante porque trata de um tema atual com um fundo de fé, o que é muito importante, principalmente no ambiente de trabalho onde as coisas tendem a ficar muito técnicas, precisa trazer um pouco de amor”, disse depois de conhecer os objetivos e as ações do projeto. “A gente espera se engajar também para contribuir de alguma forma e quebrar o silêncio”, completou. [Equipe ASN, Alínic Teles]</p>
<p>fonte: <a href="http://www.portaladventista.org/portal/asn---portugu/5881-projeto-quebrando-silencio-e-apresentado-aos-servidores-do-tribunal-regional-eleitoral">ASN Notícias</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/31/quebrando-silencio-e-apresentado-no-tribunal-regional-eleitoral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Internet potencializa ataques de bullying</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/18/internet-potencializa-ataques-de-bullying/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/18/internet-potencializa-ataques-de-bullying/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 16:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=612</guid>
		<description><![CDATA[No período escolar é comum apelidar os colegas com nomes estranhos, tirar sarro e fazer com que pequenas imperfeições virem motivo de deboche. Com o avanço da tecnologia e o livre acesso a ela, essa intimidação ganhou ares virtuais. Perfis falsos em redes de relacionamentos, e-mails com ameaças e fotos adulteradas, têm sido caracterizados como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_613" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://quebrandoosilencio.org.s3.amazonaws.com/infograficos/infografico-ciberbullying.jpg" rel="lightbox[612]"><img class="size-full wp-image-613" title="Infográfico ciberbullying" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/info-peq.jpg" alt="" width="200" height="872" /></a><p class="wp-caption-text">Infográfico - clique para aumentar</p></div>
<p>No período escolar é comum apelidar os colegas com nomes estranhos, tirar sarro e fazer com que pequenas imperfeições virem motivo de deboche. Com o avanço da tecnologia e o livre acesso a ela, essa intimidação ganhou ares virtuais. Perfis falsos em redes de relacionamentos, e-mails com ameaças e fotos adulteradas, têm sido caracterizados como <em>cyberbullying</em>.</p>
<p>A violência no meio online é considerada mais cruel do que o tradicional <em>bullying</em> por três motivos: as provocações e xingamentos que antes eram restritos a escola, agora estão online; os jovens têm usado mais a tecnologia como forma de relacionamento; a identificação do agressor é mais difícil.</p>
<p>Segundo a psicóloga e autora do livro &#8220;Face Oculta: Uma História de Bullying&#8221; e <em>Cyberbullying</em>, Maria Tereza Maldonado, na internet o ataque acontece de todos os lados em “uma perseguição que dura 24 horas por dia nos sete dias da semana”. Para ela, além da baixa autoestima, déficit de atenção e sentimento de angústia, esses ataques podem ter consequências extremas.</p>
<p>Em 2006, a jovem americana Megan Meier começou a se relacionar na rede social MySpace com um jovem de 16 anos. Na realidade, o perfil era manipulado pela vizinha Lori Drew, de 49 anos, e sua filha com o objetivo de humilhá-la. Meses depois, o perfil do jovem rompeu a amizade virtual com Megan dizendo que &#8220;o mundo ficaria melhor sem ela&#8221;. Em seguida, a adolescente de 13 anos se enforcou.</p>
<p>No Brasil, casos de intimidação virtual também são comuns. Um estudo realizado pela ONG Safernet indica que 38% dos jovens já foram vítimas de <em>cyberbullying</em>. A estudante universitária Bruna Santos conta que algumas de suas fotos, disponíveis em uma rede de relacionamentos, foram enviadas para um site com conteúdo pornográfico. Além de ser classificada como garota de programa, seu e-mail verdadeiro foi disponibilizado para agendamento de encontros.</p>
<p><strong>Da brincadeira ao crime</strong></p>
<p>Para a psicóloga Maria Tereza Maldonado, escolas e pais precisam ficar atentos ao assunto e esclarecer sobre o uso responsável da internet. &#8220;Muitos não tem noção de que isso é crime, acham que é brincadeira&#8221;, explica.<br />
Segundo o advogado especialista em Direito da Tecnologia da Informação, Mauro Martins, não há uma lei específica na legislação brasileira para punir os crimes cometidos pela internet. “Se uma pessoa ameaça alguém pela internet ou pessoalmente será igualmente condenada a detenção de um a seis meses ou multa, conforme previsto no artigo 147 do Código Penal”, explica.</p>
<div id="attachment_614" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/01pq.jpg" rel="lightbox[612]"><img class="size-medium wp-image-614 " title="Ciberbullying" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/01pq-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Um estudo da ONG Safernet indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying</p></div>
<p>O diretor do Instituto Brasileiro de Direito da Informática (IBDI), o advogado Omar Kaminski, explica que no caso do <em>cyberbullying</em>, os delitos mais comuns são calúnia, injúria, difamação, ameaça e falsa identidade, sendo que todos estes estão presentes no Código Penal. “95% da legislação existente é aplicável à internet”. Caso o infrator seja menor de idade, as penas serão aplicadas de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>
<p>O cuidado com o que se coloca na rede é fundamental, segundo a psicóloga Maria Tereza Maldonado. A grande exposição pode tornar o jovem mais vulnerável. “A primeira coisa a se fazer quando se sofre ataques na internet é contar aos adultos confiáveis para que eles tomem uma providência, pois <em>cyberbullying</em> é crime”, aconselha.</p>
<p style="text-align: right;">Reportagem de <a href="http://twitter.com/robsonfonck" target="_blank">Robson Fonseca</a></p>
<p style="text-align: right;">Foto: Lucas Fiebig</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/18/internet-potencializa-ataques-de-bullying/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ministra de Direitos Humanos participa de painel sobre o bullying</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/18/ministra-de-direitos-humanos-participa-de-painel-sobre-o-bullying/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/18/ministra-de-direitos-humanos-participa-de-painel-sobre-o-bullying/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 08:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[ministra direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ministra maria]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=616</guid>
		<description><![CDATA[Porto Alegre, RS&#8230;[ASN] A ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, esteve no sábado, 15 de setembro, na Igreja Adventista Central de Porto Alegre durante o projeto Quebrando o Silêncio, promovido pela instituição religiosa. Além da ministra, também fizeram parte do painel de debates, o reitor do Centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_617" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/maria-do-rosario-poa01.jpg" rel="lightbox[616]"><img class="size-medium wp-image-617" title="maria-do-rosario-poa01" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/maria-do-rosario-poa01-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário</p></div>
<p>Porto Alegre, RS&#8230;[ASN] A ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, esteve no sábado, 15 de setembro, na Igreja Adventista Central de Porto Alegre durante o projeto Quebrando o Silêncio, promovido pela instituição religiosa. Além da ministra, também fizeram parte do painel de debates, o reitor do Centro Universitário Ritter dos Reis (Uniritter), Flávio Reis, além de outras autoridades locais das áreas de atendimento, defesa dos direitos e proteção de vítimas de violência. Durante a sua participação, Maria do Rosário elogiou a iniciativa da Igreja Adventista pela campanha que esse ano tem como tema central o bullying.</p>
<p>Para o diretor de Educação das escolas adventistas da região Metropolitana, Anderson Voos, o olhar mais atento ao problema do bullying é um dos desafios que têm integrado a prática pedagógica na atualidade. A participação e a atenção dos pais para o tema são vistas como muito importantes pelos educadores. A diretora do Ministério de Mulher da Igreja Adventista, professora Rosinha Oliveira, acredita que a aproximação da escola com a comunidade, por meio de debates, palestras e atividades culturais, poderá contribuir para o esclarecimento e o combate ao bullying. A ministra e todas as autoridades presentes ganharam um kit de livros da Casa Publicadora Brasileira. [Equipe ASN, Luzia Paula]</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portaladventista.org/portal/asn---portugu/5824-ministra-de-direitos-humanos-participa-de-painel-sobre-o-bulying">ASN Notícias</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/18/ministra-de-direitos-humanos-participa-de-painel-sobre-o-bullying/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sergipe mobiliza campanhas contra a violência infantil</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/10/sergipe-mobiliza-campanhas-contra-a-violencia-infantil/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/10/sergipe-mobiliza-campanhas-contra-a-violencia-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 09:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Aracajú]]></category>
		<category><![CDATA[campanha facebook]]></category>
		<category><![CDATA[sergipe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=607</guid>
		<description><![CDATA[Aracaju, SE&#8230;[ASN] Uma campanha mobilizada no facebook está causando frisson. Algumas pessoas que possuem perfil na rede social decidiram protestar contra a violência infantil. Com esse objetivo, trocaram as suas fotos dos perfis por um desenho animado. Mas nem todo mundo gostou da ideia. “Manifestação contra a violência infantil não é colocar a foto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/banner-qs.jpg" rel="lightbox[607]"><img class="alignleft size-medium wp-image-608" title="banner-qs" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/banner-qs-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a>Aracaju, SE&#8230;[ASN] Uma campanha mobilizada no facebook está causando frisson. Algumas pessoas que possuem perfil na rede social decidiram protestar contra a violência infantil. Com esse objetivo, trocaram as suas fotos dos perfis por um desenho animado. Mas nem todo mundo gostou da ideia. “Manifestação contra a violência infantil não é colocar a foto de um desenho animado no facebook. Se fosse uma frase do tipo ‘Diga não à violência infantil’ ou uma foto de uma criança violentada, aí sim seria manifestação”, opinou a estudante de jornalismo, Tatiane Diniz, 20. Larissa Baracho, 20, concorda. Ela não trocou a foto do perfil, mas tem publicado diversas frases e imagens para combater esse tipo de agressão. “Melhor do que somente trocar as fotos para desenhos animados, divulguem o contato e número de denúncia. Disque 100”, escreveu Larissa no mural do seu facebook.</p>
<p>Se o método de colocar desenhos em seus perfis funciona ou não, o fato é que alguma mobilização para esse assunto que é tão importante está sendo feita. Foi por causa dessa campanha inicial que Larissa, e tantos outros, decidiram se manifestar contra a violência infantil. Ao invés de ficar calada ela decidiu quebrar o silêncio. E é justamente pensando nisso que a Igreja Adventista do Sétimo Dia mobiliza milhares de pessoas anualmente, em oito países sul americanos, num projeto intitulado Quebrando o Silêncio. Segundo os idealizadores do projeto, “a campanha é uma iniciativa que oferece informações e soluções para quem é vítima e, procura também, dar oportunidades de resgate para quem é agressor”. Aqui em Sergipe, manifestações como passeatas, palestras à sociedade e entrega de revistas instrutivas sobre o assunto foram realizadas. Este ano a campanha fala sobre o bullying e outras formas de violência infantil.</p>
<p>No bairro Santos Dumont, por exemplo, cerca de 400 crianças e adultos participaram de uma passeata durante o desfile cívico da região. “É importante ter as próprias crianças participando desse manifesto porque assim elas mesmas pedem uma mensagem de paz à medida que são conscientizadas de que também não devem se tornar agressores”, explica o pastor Reginaldo Barros, líder espiritual da Igreja Adventista do Bairro Santos Dumont. E para quem já foi violentado, ou sofre ameaças, a indicação dada pela campanha em Sergipe é que procure um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) mais próximo à sua casa. “Lá eles dão todo o acompanhamento necessário para a criança e para a família, trabalhando para manter a criança em total segurança”, diz a psicóloga Paula Ramos. [Equipe ASN, Rafaella Oliveira]</p>
<div>No link abaixo você encontra o endereço do CRAS em Sergipe:</div>
<div>CRAS – <a href="http://www.inclusao.se.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=14&amp;Itemid=74">http://www.inclusao.se.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=14&amp;Itemid=74</a></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.portaladventista.org/portal/asn---portugu/5779-sergipe-mobiliza-campanhas-contra-a-violencia-infantil">ASN Notícias</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/10/sergipe-mobiliza-campanhas-contra-a-violencia-infantil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Campanha contra o bullying ainda repercute no interior de São Paulo</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/06/campanha-contra-o-bullying-ainda-repercute-no-interior-de-sao-paulo/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/06/campanha-contra-o-bullying-ainda-repercute-no-interior-de-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 18:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=602</guid>
		<description><![CDATA[          Tapiratiba, SP&#8230; [ASN] Na região central de São Paulo, a campanha contra o bullying, tema do movimento Quebrando o Silêncio, ainda repercute na sociedade mais de um mês depois das mobilizações ocorridas em agosto. Na cidade de Tapiratiba, a 289 km da capital, a tribuna da Câmara de Vereadores foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/DSC_0851.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="alignleft size-medium wp-image-603" title="DSC_0851" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/DSC_0851-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>          Tapiratiba, SP&#8230; [ASN] Na região central de São Paulo, a campanha contra o bullying, tema do movimento Quebrando o Silêncio, ainda repercute na sociedade mais de um mês depois das mobilizações ocorridas em agosto. Na cidade de Tapiratiba, a 289 km da capital, a tribuna da Câmara de Vereadores foi palco para uma advertência sobre o bullying e suas consequências na formação de crianças e adolescentes. A campanha Quebrando o Silêncio é uma iniciativa do Ministério da Mulher, departamento da Igreja Adventista do Sétimo Dia.</p>
<p>O pastor José Rui de Macedo, líder adventista para Tapiratiba e outras cidades do distrito de Mococa, usou a tribuna para falar sobre a manifestação social que acontece anualmente. Apresentou os números da violência, causas, consequências e o que as instituições públicas podem fazer.  Mencionou que na cidade de Conchal, onde trabalhou, parlamentares votaram lei que estabelece a 3ª semana de agosto como semana de combate ao abuso e violência à mulher, ao idoso, ao adolescente e a criança, na</p>
<p><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/DSC_0879.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="size-medium wp-image-604 alignright" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="DSC_0879" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/DSC_0879-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>rede educacional e de saúde do município.</p>
<p>Durante a sessão, parlamentares expressaram apreciação pela campanha. Ao parabenizar a Igreja Adventista pela iniciativa, o<br />
vereador Antônio Peres, presidente da câmara, afirmou que vai buscar informações para votar lei semelhante em Tapiratiba.</p>
<p>No final foram entregues panfletos e revistas sobre o movimento contra o abuso e a violência na família. Fiéis adventistas estiveram presentes e consideraram positiva a participação. [Equipe ASN, Heron Santana]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/06/campanha-contra-o-bullying-ainda-repercute-no-interior-de-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quebrando o silêncio continua com grande ênfase no norte</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/03/quebrando-o-silencio-continua-com-grande-enfase-no-norte-2/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/03/quebrando-o-silencio-continua-com-grande-enfase-no-norte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 16:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[maranhao]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[passeatas]]></category>
		<category><![CDATA[sao luis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=598</guid>
		<description><![CDATA[São Luís, MA&#8230;[ASN] Em Itapecuru Mirim, quatro grandes passeatas aconteceu no Quebrando o Silêncio, sendo em quatro regiões: Carema, Areias, Santa Rita e Itapecuru Mirim. Além das passeatas foram realizadas palestras em escolas pela coordenadora distrital do ministério da mulher, professora Josete Martins Parente e as coordenadoras das igrejas. Em Itapecuru, foi escolhida a Escola [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_599" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/quebrando-silencio-maranhao.jpg" rel="lightbox[598]"><img class="size-medium wp-image-599" title="quebrando-silencio-maranhao" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/10/quebrando-silencio-maranhao-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Quebrando o silêncio continua com grande ênfase no norte (São Luís, MA)</p></div>
<p>São Luís, MA&#8230;[ASN] Em Itapecuru Mirim, quatro grandes passeatas aconteceu no Quebrando o Silêncio, sendo em quatro regiões: Carema, Areias, Santa Rita e Itapecuru Mirim.</p>
<p>Além das passeatas foram realizadas palestras em escolas pela coordenadora distrital do ministério da mulher, professora Josete Martins Parente e as coordenadoras das igrejas. Em Itapecuru, foi escolhida a Escola Municipal Socorro Lauande e a escola particular Leonel Amorim e ao final das palestras foram distribuídas as revistas do projeto.</p>
<p>Em Morros, cerca de mil pessoas se reuniram em grande passeata na BR que corta a cidade e dá acesso ao município de Icatu, onde a grande concentração ocorreu. Liderados pelo pastor local Elieze Rodrigues, estiveram presentes no evento a professora Risomara Guimarães organizadora do projeto Quebrando o Silêncio em todo norte do Maranhão.</p>
<p>Para Jucenildo Pinheiro, membro da Igreja em Morros, “o projeto envolve toda a igreja e neste ano falar de bullying foi um diferencial”.</p>
<p>No distrito do Anjo da Guarda o movimento aconteceu pelas principais avenidas do bairro, com programação no ponto culminante. [Equipe ASN, Tatiane Lopes]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/10/03/quebrando-o-silencio-continua-com-grande-enfase-no-norte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Valorização do professor pode reduzir violência escolar</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/09/15/valorizacao-do-professor-pode-reduzir-violencia-escolar/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/09/15/valorizacao-do-professor-pode-reduzir-violencia-escolar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agressao]]></category>
		<category><![CDATA[reduzir violencia]]></category>
		<category><![CDATA[valorizacao professor]]></category>
		<category><![CDATA[violencia escolar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=583</guid>
		<description><![CDATA[Em agosto a diretora de uma escola pública de Contagem (MG) foi agredida e ameaçada por um estudante da unidade. A situação precisou de intervenção policial e ganhou destaque na mídia. Casos recentes, divulgados pela imprensa, de violência nas escolas mostram a realidade de um problema antigo. A relação professor-aluno parece enfrentar uma grande crise. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_584" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/09/Valoriza%C3%A7%C3%A3odoProfessor-R%C3%B4muloPrestesmenor.jpg" rel="lightbox[583]"><img class="size-medium wp-image-584" title="ValorizaçãodoProfessor-RômuloPrestesmenor" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/09/Valoriza%C3%A7%C3%A3odoProfessor-R%C3%B4muloPrestesmenor-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Na educação brasileira professor também sofre bullying (Foto de Rômulo Prestes)</p></div>
<p>Em agosto a diretora de uma escola pública de Contagem (MG) foi agredida e ameaçada por um estudante da unidade. A situação precisou de intervenção policial e ganhou destaque na mídia. Casos recentes, divulgados pela imprensa, de violência nas escolas mostram a realidade de um problema antigo. A relação professor-aluno parece enfrentar uma grande crise.</p>
<p>Situações de professores que sofrem agressões, dentro e fora da sala de aula, ou que perdem o controle e a compostura diante da dificuldade de lidar com a rotina estressante de trabalhar com turmas numerosas, é uma realidade que atinge todo o país. Pesquisas realizadas anteriormente evidenciam que não se trata de algo recente.</p>
<p>Em 2003 a Unesco organizou uma pesquisa em que verificou o nível de violência nas escolas brasileiras. Das seis capitas pesquisadas 30% dos professores afirmaram ter visto arma nas mãos de alunos. Na época 86% dos professores admitiam conviver com a violência.</p>
<p>A professora da rede pública Cláudia Yamaguti explica que a violência geralmente ocorre quando o aluno não concorda com a atitude do professor. “Quando o professor vai chamar atenção é agredido”, conta. Segundo a professora de matemática Cecília Almeida, que possui 38 anos de experiência na área da educação, muitas vezes uma característica física ou de personalidade é motivo para que alunos rejeitem o professor. Em alguns casos uma turma toda não aceita o perfil de um professor que sofre represália até onde suportar ou chegar ao ponto de ser substituído.</p>
<p>Quando agredido o professor pode recorrer primeiramente aos pais do aluno, quando a participação familiar não é suficiente ele deve buscar o conselho tutelar, e em última instância a polícia deverá ser acionada. No entanto, conforme a gravidade o auxílio policial é necessidade imediata. Como no exemplo da diretora na região metropolitana de Belo Horizonte.</p>
<p>Para Cláudia, a violência escolar é reflexo de problemas na estrutura familiar. Ela defende a ideia de que os pais quando educam bem o filho esse não dá problema na escola. “Não conhecemos nossos alunos, de onde ele vem, sua origem”, indaga.</p>
<p>A doutora em Geografia Humana, Germana Ramirez, justifica que essa realidade da educação brasileira é fruto de um processo histórico acarretado por diversos fatores, entre eles, a modernização da sociedade. A imagem do professor, segundo a especialista, está desvalorizada diante da sociedade e isso reflete no comportamento do aluno diante do educador. “Antes o professor era autoridade, o centro do saber, em termos de status ele não ocupa o mesmo espaço que ocupava antes”, explica.</p>
<p>Alguns Estados estão tentando prevenir a violência dentro da escola. São Paulo, por exemplo, desenvolve projetos na área, como o “Prevenção também se ensina”, existentes desde 1996, e o “Comunidade Presente”, de 1998. Através do Departamento de Educação Preventiva da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) esses programas devem funcionar adaptados a rotina escolar das unidades de educação. Outro projeto é o Sistema de Proteção Escolar. Em execução desde 2009, inclui professores que atuam como mediadores, trabalhando com métodos pedagógicos e de práticas preventivas contra conflitos escolares. Produzindo materiais de orientação ao combate do bullying entre outros tipos de violência.</p>
<p>Para Cláudia a experiência contribui bastante, é importante sempre pensar em como é possível evitar entrar em conflito com aluno. Apesar de não ter acompanhado muito de perto ela conhece casos de colegas vítimas de violência. “Muitas vezes os professores não denunciam por medo”, afirma.</p>
<p>Segundo Germana, para que iniciativas antiviolência funcionem é de fundamental importância a valorização da imagem do professor. “Valorizar o professor através da parceria professor, escola e sociedade”, sugere. [Equipe ASN, Murilo Bernardo]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/09/15/valorizacao-do-professor-pode-reduzir-violencia-escolar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Idosos dispõe de legislação mas ainda carecem de boas iniciativas</title>
		<link>http://quebrandoosilencio.org/2011/09/15/idosos-dispoe-de-legislacao-mas-ainda-carecem-de-boas-iniciativas/</link>
		<comments>http://quebrandoosilencio.org/2011/09/15/idosos-dispoe-de-legislacao-mas-ainda-carecem-de-boas-iniciativas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InternetDSA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[dados ibge]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://quebrandoosilencio.org/?p=580</guid>
		<description><![CDATA[O Brasil tem imensa população de idosos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2010, são mais de 14 milhões de pessoas acima dos 65 anos de idade. A estimativa, segundo o instituto, é de que nos próximos 30 anos esse número aumentará em até 28% podendo alcançar 50 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_581" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/09/IdososR%C3%B4mulo-Prestes-menor.jpg" rel="lightbox[580]"><img class="size-medium wp-image-581" title="IdososRômulo-Prestes-menor" src="http://quebrandoosilencio.org/files/2011/09/IdososR%C3%B4mulo-Prestes-menor-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Dificuldade está em por na prática  direitos que os idosos têm. (Foto: Rômulo Prestes)</p></div>
<p>O Brasil tem imensa população de idosos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2010, são mais de 14 milhões de pessoas acima dos 65 anos de idade. A estimativa, segundo o instituto, é de que nos próximos 30 anos esse número aumentará em até 28% podendo alcançar 50 milhões de pessoas.</p>
<p>Se por um lado esses dados representam aumento na expectativa de vida bem como a qualidade de vida dessas pessoas, por outro ainda existem desafios para o país. A situação de milhares de idosos ainda é preocupante, muitos ainda morrem devido às dificuldades do sistema de saúde brasileiro. Fatores sociais e familiares também expõem muitos a situações de constrangimento e risco de sobrevivência.</p>
<p>Para o presidente da Associação dos Aposentados de Campinas, José Alves, a violência que os idosos sofrem é diária.  Atitudes simples como ceder poltronas no transporte público ainda é algo complicado. “Falta respeito por parte dos mais novos, os idosos continuam trabalhando e contribuindo com o país”, ressalta.</p>
<p>Para garantir e reforçar a proteção legal aos idosos foi estabelecido em 2003 o Estatuto do Idoso. A iniciativa contribuiu para a manutenção de políticas públicas a favor do idoso. Recentemente a presidente da República, Dilma Roussef, alterou a lei 10.741, que rege o estatuto do idoso, acrescentando um parágrafo que responsabiliza instituições de saúde públicas ou privadas por atos de violência durante o atendimento a essas pessoas.</p>
<p>A nova formulação da lei define como ato de violência contra idosos &#8220;qualquer ação ou omissão praticada em local público ou privado que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico ou psicológico”.</p>
<p>Para o advogado Carlos Hess o Estatuto do Idoso contribui para o estabelecimento de melhorias como, por exemplo, preferência em filas e direitos nos transportes. Ele, porém, lembra que na saúde muitos idosos continuam sofrendo. No entanto, não vê necessidade de novos parágrafos ou complementos na lei. “A partir do momento em que as autoridades, no cumprimento da legislação existente forem mais efetivas, colocarem em prática o que a lei prevê haverá uma qualidade melhor para todos”, defende.</p>
<p>A falta de informação adequada faz com que muitos idosos desconheçam os direitos disponíveis na lei. “Por volta de 90% nem sabem o que é o estatuto do idoso. Nós temos problemas seríssimos na saúde e nos transportes, não há um mecanismo do idoso para reivindicar seus direitos”, afirma Alves.</p>
<p>Somente no primeiro semestre de 2011 o serviço Disque Direitos Humanos registrou em todo o Brasil 3.049 denuncias de violência contra idosos. Para denunciar casos semelhantes basta discar 100 de qualquer telefone fixo ou móvel e passar o caso para as autoridades competentes. O sigilo e anonimato são garantidos. [Equipe ASN, Murilo Bernardo]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://quebrandoosilencio.org/2011/09/15/idosos-dispoe-de-legislacao-mas-ainda-carecem-de-boas-iniciativas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

